Oito semanas atrás, o João Pereira deixou este vídeo num comentário aqui no site:
A partir de 1’00″ de vídeo podemos ver uma sequencia que nos remete ao artigo sobre como o posicionamento do armamento afeta a sua precisão.
No início da sequencia, podemos acompanhar pela Regard Box que o canhão está voltado para a esquerda e o helicóptero voando a 60 kt. O tiros são disparados a pouco mais de 1300 metros e têm uma dispersão bastante grande. Esse efeito já foi notado também no Tiger e no Mi-28 e deve ser comum a aeronaves que têm canhões móveis montados no nariz.
Esse erro pode ser atribuído a dois grandes fatores. O primeiro são os aspectos ligados à balística exterior em projéteis disparados perpendicularmente à direção de vôo (o principal deles é o “salto do projétil”). O outro é o grande recuo provocado pelo canhão, criando um momento em relação ao centro de sustentação da aeronave.
Mais para a frente, podemos ver que a aeronave diminui a velocidade para menos de 40 kt e faz um giro, diminuindo o ângulo entre o eixo da aeronave e do tiro. A partir de 1’30″, o piloto consegue rajadas bem mais precisas.
Leia também:
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- Vídeo promocional do Mi-35
- Apache em escolta de comboio no Iraque


Ótima dica, estou imprimindo algumas partes para poder ler com mais calma.
Tinha uma idéia completamente diferente sobre o uso de foguetes.
Detalhe que em ambos os perfis de missões do AH-64, todos levam 1200 cartuchos, mas só vemos 300 nesses vídeos.
http://www.globalsecurity.org/military/library/po...
4-3. AERIAL BALLISTICS - Essa é a minha dúvida quanto ao procedimento do piloto/artilheiro!
Impressionante, leio sobre isso há 10 anos e não sei absolutamente nada.
Que aula !
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