A exemplo de vários outros países que já citei aqui, o Canadá também tem uma unidade de aviação de operações especiais. Esta unidade segue os mesmos moldes da maioria das unidades deste tipo: usa os mesmos modelos de aeronaves que o restante das forças armadas e é subordinada diretamente ao Comando de Operações Especiais daquele país.
O site Legion Magazine publicou uma reportagem sobre o 427 Esquadrão, falando das características e da organização da unidade, do tipo de adestramento e das missões cumpridas, das limitações do Griffon (sobre as quais já falei aqui), etc.
Um ponto interessante que foi colocado é o gerenciamento para evitar o “single point of failure“. Na linguagem de segurança de voo, esse seria o dominó que dá início à cadeia de eventos que resulta num acidente. A história mostra diversos casos como estes: um haboob que baixou quase metade das aeronaves durante uma operação, lançamentos de RPG que derrubaram duas aeronaves numa missão que deveria duram pouco mais de uma hora, etc. Coisas na maioria das vezes pequenas, difícieis de se prever e que conduzem a um chafúrdio inevitável da operação.
Referência: Low • Fast • Dark: Canada’s Special Ops Aviators | Legion Magazine
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Como o Sr imaginaria que uma unidade dessas para o EB, e quais aeronaves e equipamentos, se encaixariam melhor pra nós?
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