HM-1 Pantera da Aviação do Exército
Publicado originalmente em 22 de dezembro de 2009:
Os 34 Panteras da Aviação do Exército serão modernizados. O custo total é de R$ 488 milhões.
EXTRATO DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO Nº 71/2009
Nº Processo: 64447801200999. Objeto: Reconstrução/modernização de 34 (trinta e quatro) helicópteros AS 356 K-Pantera, da Aviação do Exército Total de Itens Licitados: 00002 . Fundamento Legal: Artigo 25, incisoI, da Lei 8.666/93. Justificativa: Fornecedor exclusivo. Declaração de Inexigibilidade em 21/12/2009. ROBSON NOVAES HUREN-CEL .Ordenador de Despesas do Comando Logístico.
Ratificação em 21/12/2009 . GEN EX MARIUS TEIXEIRA NETO . Comandante Logístico . Valor: R$ 375.803.725,00 . Contratada: HELICOPTEROS DO BRASIL S/A . Valor: R$ 375.803.725,00EXTRATO DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO Nº 72/2009
Nº Processo: 64447802200933 . Objeto: Aquisição de motores ARRIEL 2C2-CG, incluindo FADEC, para modernização de helicópteros da Aviação do Exército. Total de Itens Licitados: 00001 . Fundamento Legal: Artigo 25, inciso I, da Lei 8.666/93 . Justificativa: Fornecedor exclusivo. Declaração de Inexigibilidade em 21/12/2009. ROBSON NOVAES HUREN -CEL . Ordenador de Despesas do ComandoLogístico. Ratificação em 21/12/2009. GEN EX MARIUS TEIXEIRA NETO . Comandante Logístico . Valor: R$ 113.267.396,00 .
Contratada: TURBOMECA DO BRASIL INDUSTRIA E COMERCIO LTDA . Valor: R$ 113.267.396,00
O Frag 01/4006, de 24 de dezembro de 2009 – Nota publicada no DefesaNet:
Brasília (DF) – No dia 24 de dezembro, no Quartel-General do Exército, o Comandante Logístico, General Marius, assinou contratos com a Helibras e a Turbomeca do Brasil para a modernização de 34 helicópteros AS365K (Pantera) da Aviação do Exército Brasileiro.
Os Contratos de modernização prevêem:
- a instalação de novos motores, aviônicos de navegação e rádios;
- a participação de engenheiros militares em todas as fases do programa de modernização;
- a participação de mecânicos e gerentes de manutenção da Aviação do Exército na execução dos serviços, visando a transferência de conhecimento das novas tecnologias; e,
- a modernização de quatro aeronaves, por ano, com a primeira entrega prevista para 2011 e a última para 2021.
O Frag 02/4006, de 08 Jan 10: Press Release da Eurocopter
Marignane, January 7
Helicópteros do Brasil S.A.-Helibras, Eurocopter subsidiary in Brazil, signed on the 24th of December 2009 a contract to upgrade 34 AS365K Panther helicopters of the Brazilian Army Aviation. This is the largest service contract signed by the Brazilian subsidiary in more than 30 years of presence in the country. This Programme will lead to a new generation of Panther helicopters that benefit from the last technical evolutions developed by Eurocopter.
The objective is to extend the life of the current fleet by at least 25 years thank to modernisation (32 aircrafts) and reconstruction (2 aircrafts).
The upgrade consists of new Turbomeca Arriel 2C2 CG engine managed by a FADEC (Full Authority Digital Engine Control) with up to 15% increased continuous power and various contingency ratings.
The cockpit will be enriched with new digital radio communication systems (Proline 21) and full Glass cockpit (various enlarged last state-of-art displays for Primary Flight, Navigation, Tactical and miscellaneous information).
The introduction of this new Man Machine Interface coupled with the 4-Axis Autopilot will significantly reduce the pilot workload for better night and day mission accomplishment.
Four aircrafts will be upgraded per year. Deliveries are expected to take place between 2011 and 2021.
The Panther fleet was purchased in 1988 by the Brazilian government when the Brazilian Army Aviation created the 1st Army Aviation Squadron (1º BAvEx) at Taubaté (Sao Paulo). They are now operated by the army as troop transport and light support platforms. The Panther is a variant of the Dauphin, a proven-powerful medium family well appropriate for each need.
The upgrade of the Panther helicopters will be performed by Helibras Engineering Center. This entity that was set-up to support the deal signed a year ago between the Brazilian government and a consortium formed by Helibras and Eurocopter for the local production of 50 EC725 helicopters for the Brazilian Armed Forces.
As part of this upgrade, engineers, technicians and logistic staff from the Brazilian Army Aviation will be involved in all the stages of the programme and receive “on-the-job” training courses for technical know-how transfer.
About Helibras
Helibras is the only Brazilian helicopter manufacturer. The company is a subsidiary of Eurocopter, the world’s No. 1 helicopter manufacturer which is owned by EADS (European Aeronautic Defence and Space Company). Founded in 1978, Helibras has facilities in the states of Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro and Brasilia and employs more than 300 highly skilled staff. It holds more than 50% of the Brazilian turbine helicopters market share. Helibras produces 30 aircraft per year in Itajubá (Minas Gerais) and covers the civil, government and military markets. Since its foundation, Helibras has delivered nearly 600 helicopters, of which more than 70% are the Esquilo. The 2008 turnover was 112.1 million USD, 22% higher than in 2007. More information: www.helibras.com.brAbout Eurocopter
Established in 1992, the Franco-German-Spanish Eurocopter Group is a Division of EADS, a world leader in aerospace, defence and related services. The Eurocopter Group employs approx. 15,600 people. In 2008, Eurocopter confirmed its position as the world’s No. 1 helicopter manufacturer in the civil and parapublic market, with a turnover of 4.5 billion Euros, orders for 715 new helicopters, and a 53 percent market share in the civil and parapublic sectors. Overall, the Group’s products account for 30 percent of the total world helicopter fleet. Its strong worldwide presence is ensured by its 18 subsidiaries on five continents, along with a dense network of distributors, certified agents and maintenance centres. More than 10,000 Eurocopter helicopters are currently in service with over 2,800 customers in more than 140 countries. Eurocopter offers the largest civil and military helicopter range in the world.
Por esta nota, podemos ver que a “reconstrução” se refere a duas aeronaves – provavelmente as que foram perdidas em acidentes na água, uma do 2º BAvEx em meados de 2006 e outra do 4º BAvEx em meados de 2008.
Referências:
Leia também:




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Esse motor é o que equipa o EC 155 B e esta Anv tem um peso máximo de decolagem de 4.920 Kg. Vamos ver qual vai ser o peso máximo de decolagem do nosso Pantera.
Complementando, o motor (pelas especificações) a ser adquirido é o mesmo utilizado pela United States Coast Guard. Nos HH 65-C, os dois Arriel 2C2 – CG fornecem um peso máximo de decolagem de 4.300 Kg.
Cabe ressaltar que o EC 155 B possui cinco pás no rotor principal enquanto que o HH 65-C é “quadripá”.
Onde estes vetores são (ou serão) mais necessários com a implantação do END?
Com a chegada dos Mi-35M, UH-60L e dos EC-725 o país vai precisar de um bucado de piloto. Fora a demanda do setor privado com a implantação do pré-sal. Queria eu poder bancar um curso de piloto de helicóptero…
Esta “modernizacao/reconstrucao” tem a ver com a recente noticia da adaptacao de armamentos no Pantera?
São coisas distintas. Mas, provavelmente, ambos os projetos irão caminhar juntos para que as aeronaves modernizadas já tenham a capacidade de receber o armamento.
Você pode ler sobre o armamento axial do Pantera aqui: http://vootatico.com.br/archives/2574
Marcus, tenho procurado literatura sobre a baixa qualidade do pantera, mas nao tenho achado. Ate mesmo tem um documetario no discovery rasgando a seda para este helicoptero. A utilizacao dele no EB e problematica? Sendo ele a derivacao do dauphin – este sim largamente utilizado nos cantos no mundo afora – nao compartilha equipamentos, tornando mais barata a manuntencao?
Se puder responder, ficarei grato.
Outra tranqueira francesa, mto pouco usada no próprio pais de origem.
Essa figura da “inexigibilidade de licitação” em compras militares deveria ser absolutamente proibida.
Atenta contra a falta de transparência e a idoneidade do processo, afinal é dinheiro publico.
Além do que “concorrência” é um santo remédio, p/ pressionar empresas que se acham “donas” de alguns mercados, a reverem suas práticas comerciais.
Note que a inexigibilidade de licitação não é específica para compras militares e sim para toda a administração pública.
Não é falta de transparência ou idoneidade e sim prevista em casos específicos na Lei 8666/93.
A inexigibilidade de licitação é bastante transparente, além de que se fosse licitado, teria que ser contratado o serviço mais barato, o que não quer dizer o de melhor qualidade, além disso, sem a inexigibilidade, todas as aeronaves brasileiras teriam que ser as mais baratas do mercado, o que tornaria nossa força muito mais desfalcada do que atualmente aparenta ser.
A inexibilidade permite que seja contratado o serviço, ou a compra, que melhor atenda aos requisitos, independentemente do preço. Isso foi uma grande vitória. Não vamos pôr areia….
Na notícia foi informado a entrega de 4 unidades por ano.
Essa cadência não pode ser aumentada em caso de emergência (ex. conflito militar)?
Provavelmente sim. Porém as guerras de hoje começam e terminam em poucas semanas ou mesmo dias. Talvez nem seja uma medida viável ou necessária acelerar essa rate de entregas.
As recentes aquisições de armas pelo Sr. Hugo Chavez e as quantidades envolvidas, e sua eventual utilização por mercenários contratados travestidos de “bolivarianos” para pular etapas de treinamento e criação de doutrina, não são consideradas quando se planejou o reequipamento da AvEx?
Para não viajar muito, evitarei pensar na chegada dos chineses cá por estas plagas.
Alguns comentários deste tópico foram parar na foto do Pantera por um descuido meu (este post direcionava diretamente para a foto). Vou mover os comentários para cá, na mesma ordem em que foram feitos lá na foto.
Existe alguma previsão de instalação de Contra Medidas Eletrônicas para emprego como aeronave de ataque na Modernização dos Panteras? Deve ser assunto sigiloso o que será empregado, mas estão pensando nisso?
A vida útil dos Panteras poderia terminar. O MinDef lançaria uma nova concorrência e com alguma sorte venceria um helicóptero escolhido por critérios técnicos e não apenas predileções políticas somadas a preços elevados, como tem sido a tônica no atual ciclo de compras.
Porem optamos por uma modernização de um modelo amplamente discutível em um prazo extremamente longo.
Estes franceses sabem “fidelizar” mesmo o cliente, ainda vai décadas engolindo esta tralha toda.
Tirando os BH, toda a AvEx é de origem francesa. Sabemos que o Pantera tem lá sua utilidade no cenário amazônico, mas já que as células estavam tão comprometidas(defasadas), tornando necessária a aquisição de novos motores,aviônicos e agora, somente agora, pensou-se em armamentos e ECM e etc, não seria o caso do EB olhar para o lado? Existem outros modelos como o Agusta A-139 – http://www.airliners.net/photo/Ireland—Air/Agusta-Bell-AB-139/1632245/&sid=91828eb35cf4e2a057f0cbf699ef39d5,
que teria 100% de atenção no pós venda como os Super Lynx da MB recebem.
Este é apenas um exemplo dentre outros que existem. Tem tb o AW-149, AW-159 ou o AW-109 LUH.
Em suma. Existem outras opções. Mais caras? Talvez, mas perguntem ao pessoal do HA-1 da MB se eles querem voar outro vetor? O indice de disponibilidade deles é alto.
Não sei se a opção de modernizar o Pantera foi boa. Mas, já tá assinado, então deixa a bola rolar.
Concordo com o amigo!!!
Ué e tem assim um impedimento tão grande e nefasto, que não permita o cancelamento disso aí???
Concordo contigo Corsário,
Acho que poderíamos olhar para outro Heli.
Abs.
Marcus, tenho procurado literatura sobre a baixa qualidade do pantera, mas nao tenho achado. Ate mesmo tem um documetario no discovery rasgando a seda para este helicoptero. A utilizacao dele no EB e problematica? Sendo ele a derivacao do dauphin – este sim largamente utilizado nos cantos no mundo afora – nao compartilha equipamentos, tornando mais barata a manuntencao?
Se puder responder, ficariamos grato.
Qual será a origem dos aviônicos? Aeroeletrônica (Elbit) ou Thales?
Até mais!!!
Não sei dizer.
Pelo que consta no Press Release da Eurocopter, os aviônicos serão da linha Proline 21, quem os produz é a Rockwell Collins.
É meu 1° comentário aqui, mas sempre tive dúvuda a respeito dos Panteras!
Este helicópetero responde bem a necessidade de transporte da EB? Em comparação ao Black Hawk, quais são as vantagens dele? Seria conveniente as Forças Armadas selecionarem ele como Helis médio de transporte, pelo fator da Helibrás podê-lo fabricá-lo?
Saudações!
Bom, ao meu ver essa modernização foi uma grande idéia. O Pantera é um ótimo helicóptero que sempre cumpriu muito bem todas as funções a que foi designado, não só no Brasil mas em todo o mundo.
Comparando o Pantera com o Blackhawk, é evidente que o Blackhawk se sobressai em muitos aspectos, mas o Pantera tem uma grande vantagem, é mais barato, e isso conta muito aqui no Brasil.
A Helibrás não “fabrica” nada somente monta kits CKD, os franceses não permitem e não transferem tecnologia, até as peças de reposição são importadas e lógico; pagas em euro.
Mas o mais incrível é que o Brasil tolera isto, imagina a grita se fosse uma multí americana???
Dos 36 lixos, pq Pantera evoca um felino lindo e gracioso e um carro de combate que era azedo de se enfrentar, adquiridos somente 10 foram montados aqui.
Os outros vieram prontinhos da França, que não transfere tecnologia nem a pau, mas sefaz de boazinha!!!
Um detalhe, de tão apertado que esse taxí-aéreo camuflado é, o EB teve que reduzir o tamanho do grupo de combate que se pretendia carregar.
A idéia era carregar tanta tropa qnto em um M-113 ou Urutú.
E ao contrário do que alguns pensam, nem é assim tão empregado na própria França e até alguns operadores já estão tirando-o de serviço e trocando por outros modelos de outros fabricantes.
No final dos anos 80 quando a Aviação do Exército foi formada, qual era a melhor relação custo-beneficio para um helicoptero de transporte médio? Era inviável a compra de Blackhawks ou Lynxs pelo EB naquele momento. Mas mesmo assim eu considero o Pantera um helicoptero que sempre cumpriu sua missão.
Os Panteras foram resultado de um negocio casado, os franceses adquiriram e por sinal até já retiraram de serviço, o EMB-312F Tucanao.
BH?, Lynx?, menos, um Bell 212/UH-1N já servia, c/ a vantagem de que a motorização era PT-6; uma velha conhecida do Brasil e da FAB.
Fala-se muito em transferência de tecnologia, importação de aeronaves e montagem no Brasil. Entretanto, é preciso que as pessoas que reclamam disso tenham a disposição de enfrentar uma faculdade de engenharia e coragem de desenvolver tecnologia. Hoje, o nosso país não consegue nem absorver tecnologia pronta, pois poucos são os que se dispõe a enfrentar tal carreira. (http://www.youtube.com/watch?v=Q2Mck1jh7jU)
Na hora de estudar, colocar a mão na massa, ninguém quer saber. Reclamar é fácil, o difícil é enfrentarmos a realidade.
Correto
Do mesmo modo que alguns reclamam de compras ou atividades feitas pelas Forças Armadas. Colocando a culpa em quem comanda as mesmas, se querem mudança entrem para as F.As e mudem eles mesmos algum dia. Ou então liguem para algum deputado e peçam mudanças.
Tentei o vestibular do ITA 2 X, no início dos anos 80, não passei e fui cuidar da vida em outra ocupação.
Maurício, sou formado pelo ITA (Eng Aeronáutica). E por coincidência, acabei de saber que serei um dos engenheiros que vai “enfrentar” a realidade de trabalhar nesse projeto de modernização. Um abraço.
Nossão Anv vai ficar mais potente doque ja era!
Só estou achando o ritmo da modernização muito lento. Quatro helicopteros por ano. O ritmo ideal seriam pelo menos 10 por ano.
Sabemos que o batente de voo do pantera é a famosa CTP (caixa de transmissão principal), e os motores atuais (arriel 1M1) suportam mais torque do que a CTP. Há alguma previsão da troca ou até mesmo da modernizaçao da CTP do pantera? Caso contrário, pode-se até colocar uma turbina mais potente, mas vai continuar esbarrando no batente da CTP, pelo menos é o meu ponto de vista técnico.
Segundo a proposta da Helibrás, além da motorização e aviônicos, serão substituídos a CTP e o rotor de cauda, que será o de dez pás assimétricas, eliminando o ruído tão característico dos atuais Panteras. Além de vir configurado para o voo OVN/NVG, terá piloto automático de quatro canais e o peso máximo de decolagem será de 4300kg, limite imposto não pela motorização/transmissão (que é a do EC 155 e permite um peso máximo de 4900kg, como já dito acima), mas pela estrutura da aeronave. Contudo, o envelope de voo será consideravelmente ampliado, principalmente no tocante aos gráficos de performance mais críticos na operação da aeronave atual, como pairado O.G.E e condições de voo monomotor.
Na minha opinião compraria Helis Russos.
Seria bem melhor do que esses Panteras.
Pergunto eles serão mdernizados e trransformados em Heli de Ataque ?
Acho que os Helis Russos seriam bem mas interessantes do que os Panteras. São baratos e robustos, mas não sabemos sobre sua mecanica como seria aqui sua manutenção.
Pode responder essa marcos ?
Abs.
O que eu sei dos russos são apenas as lendas que todo mundo conhece; nunca operamos com nenhum modelo.
O Ten Cel Av Cominato, da FAB, escreveu um artigo bem interessante sobre o KA-32: http://vootatico.com.br/archives/4635
Aos leitores ou editores do site, gostaria de saber um opnião, sou muito leigo neste assunto. Vejo algumas críticas a compra dos Helis EC-725. Já houvi de tudo, “fissuras” na estrutura da aeronave, preço muito alto, problemas de negociações relacionado a esquipamentos franceses… etc!
Gostaria de saber o que vocês acham destes helicopteros? Foi um bom negócio a compra destes helicópteros? Haveria opções melhores pelo mesmo custo/benefício?