Encontrei esse vídeo no Facebook do Wings Over Iraq.
Uma coisa interessante, que o próprio Starbuck ressaltou é que os slings alongados tornam bem mais fáceis e rápidos os processos de içamento das cargas externas.
Eu não sei exatamente como funciona esse sistema, se os slings ficam recolhidos e são lançados um pouco antes ou se tem que ser instalados com antecedência num gancho comum, como nos demais helicópteros. Em todo caso, o enganchamento da carga foi bem mais rápido do que num helicóptero onde o gancho fica na barriga da aeronave.
O vídeo também mostra uma demonstração do sistema de armas da aeronave, que foi citado aqui.
Aproveitando a deixa e fazendo coro aos inúmeros críticos dessa aeronave, hoje foi publicado um artigo na Strategy Page sobre os custos e a dificuldade de manutenção dos MV-22: a hora de voo está na casa do 11 mil dólares, o dobro que que havia sido estimado e bem mais que o dobro que um helicóptero médio para as forças americanas. Boa parte dos componentes está se desgastando muito mais rápido do que o esperado (alguns com uma durabilidade até dez vezes menor) e a dificuldade de manter os estoques encarece ainda mais a operação.
Os operadores não reclamam da aeronave. Mesmo com as diversas limitações já apresentadas, o acréscimo da velocidade é uma característica que está fazendo diferença. Mas a relação de custo/benefício dele está bem complicada.
Leia também:
- O emprego dos MV-22 Osprey em missões de combate (atualizado)
- Voo em formação autônomo nos Black Hawks
- Aprendendo a gostar do X3


É impressão minha ou o pouso e a decolagem no começo do vídeo foram feitas em IMC? Caso afirmativo, quais os recursos da tripulação para realizar em segurança as manobras nesta condição?
- spam
- offensive
- disagree
- off topic
Like