Pelo menos é o que este texto sugere. Como eu não pago os preços absurdos do Jane’s, tenho acesso apenas a um extrato do texto.
In the global ‘war on terrorism’ there is less demand for classic CSAR
Basicamente, ele diz que hoje em dia, com a predominância de campos de batalha não-lineares, operações de contra-insurgência (no meu tempo chamavam de guerrilha), uso dos VANT, as perdas de aeronaves e tripulações diminuiram consideravelmente. Com isso, ficou muito caro manter unidades C-SAR dedicadas e com emprego muito restrito. A idéia que está sendo implantada é de unidades de aviação de emprego geral que também realizem esse tipo de operação. É claro que o SAR é uma atividade muito técnica, que exige um preparo e adestramento específicos, mas, pela opinião do autor, o fim desse tipo de unidade não está distante.
Referência: Jane’s | Rotary Rescue
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Estas idéias são cíclicas. Na primeira Guerra do Golfo, pilotos foram capturados pela ausência do CSAR dedicado; Na Allied Force elas existiram, foi um sucesso e nenhum piloto foi capturado. Hoje em dia nestas guerras assimétricas com poucas perdas no ar, as unidades especificamente de CSAR caem em desprestígio. A hora que surgir um conflito contra um inimigo com capacidade anti-aérea de verdade, as unidades de CSAR dedicado serão relembradas e trazidas novamente ao prestígio merecido.
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