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	<title>Voo Tático &#187; Mi-8</title>
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	<description>Helicópteros militares, operações reais, simuladores e wargames</description>
	<lastBuildDate>Wed, 23 May 2012 01:53:46 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Helicópteros Mi-8 disparam contra rebeldes na Síria</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 01:04:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PFF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Operações e Análises]]></category>
		<category><![CDATA[Mi-8]]></category>
		<category><![CDATA[Síria]]></category>
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		<description><![CDATA[Os dois videos a seguir foram divulgados pelo David Cenciotti em seu blog (aqui e aqui). O primeiro vídeo, segundo as fontes do Cenciotti, foi gravado ontem, 22 de março. Nele, o helicóptero realiza disparos com uma metralhadora lateral. Eu não sei como está a situação no chão, mas dá a impressão que o helicóptero [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="post_image_link" href="http://vootatico.com.br/archives/9795" title="Permanent link to Helicópteros Mi-8 disparam contra rebeldes na Síria"><img class="post_image aligncenter frame" src="http://vootatico.com.br/wp-content/uploads/2012/03/bandeira-siria-300x200.jpg" width="300" height="200" alt="Síria" /></a>
</p><p>Os dois videos a seguir foram divulgados pelo David Cenciotti em seu blog (<a href="http://theaviationist.com/2012/03/22/syrian-attacking-rebels/">aqui</a> e <a href="http://theaviationist.com/2012/03/23/mi-8-rockets/">aqui</a>).</p>
<p>O primeiro vídeo, segundo as fontes do Cenciotti, foi gravado ontem, 22 de março. Nele, o helicóptero realiza disparos com uma metralhadora lateral. Eu não sei como está a situação no chão, mas dá a impressão que o helicóptero está meio que disparando a esmo, em diversas direções diferentes. Se na filmagem com zoom, o helicóptero já está pequeno; imagine o que o atirador está conseguindo ver lá do alto. Note que o vídeo foi gravado no horário de crepúsculo, dificultando mais ainda a identificação de qualquer alvo no solo.</p>
<p>Vez por outro, alguém atira do solo contra a aeronave; não sei se é alguma arma anti-aérea ou simples disparos de fuzil.</p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/LVHbcE7Sw5k?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O segundo vídeo, filmado no dia de hoje segundo o site, mostra um Mi-8 disparando foguetes já nos primeiros segundos. Também não é possível ver contra o que ele estava disparando.</p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/AlIoPTV4RmU?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Nesta semana fez um ano que a ONU aprovou a <a href="http://vootatico.com.br/archives/7394"><em>No-Fly Zone</em> sobre a Líbia</a>. Na época, eu tinha a impressão que a situação não era tão grave como a que está ocorrendo agora na Síria. Será que não está na hora de ocorrer o mesmo? Se ocorrer, o orçamento militar dos EUA e dos países europeus tem condições de arcar com mais essa campanha?</p>]]></content:encoded>
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		<title>Canadá: problemas com helicópteros no Afeganistão (atualizado)</title>
		<link>http://vootatico.com.br/archives/551</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 00:22:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PFF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Afeganistão]]></category>
		<category><![CDATA[Bell 412]]></category>
		<category><![CDATA[Black Hawk]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
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		<category><![CDATA[CH-47]]></category>
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		<category><![CDATA[Superhawk]]></category>
		<category><![CDATA[UH-60]]></category>

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		<description><![CDATA[O Frag 03/551, de 28 de dezembro de 2010: O Mi-17 do Canadá No dia de ontem, o Felipe Salles me enviou esta foto de um Mi-17 canadense: Acredito que este deva ser um dos helicópteros arrendados aos quais eu me referi lá no post original, há mais de dois anos &#8211; não li em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>O Frag 03/551, de 28 de dezembro de 2010:</strong> O Mi-17 do Canadá</p>
<p>No dia de ontem, o Felipe Salles me enviou esta foto de um Mi-17 canadense:</p>
<div id="attachment_6942" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px">
	<img src="http://vootatico.com.br/wp-content/uploads/2010/12/cfhip-0-600x427.jpg" alt="Mi-17" title="Mi-17" width="600" height="427" class="size-large wp-image-6942" />
	<p class="wp-caption-text">Mi-17 do Canadá, provavelmente arrendado e em operação no Afeganistão</p>
</div>
<p>Acredito que este deva ser um dos helicópteros arrendados aos quais eu me referi lá no post original, há mais de dois anos &#8211; não li em lugar nenhum que o Canadá tenha realmente adquirido o Mi-17. Eu nunca havia visto uma foto dessas aeronaves em operação no Afeganistão.</p>
<p><strong>Atualizado em 04 Dez 08:</strong></p>
<p><a href="http://vootatico.com.br/wp-content/uploads/2008/12/mp-ch146kandahar-6.jpg"><img src="http://vootatico.com.br/wp-content/uploads/2008/12/mp-ch146kandahar-6.jpg" alt="" title="mp-ch146kandahar-6" width="450" height="134" class="alignright size-medium wp-image-937" /></a>Essa notícia já havia sido veiculada no <a href="http://militaryphotos.net/">MilitaryPhotos.net</a> na semana passada, mas eu acabei me descuidando e não publiquei nada. Hoje ela saiu no DID: os canadenses enviarão seus CH-146 Griffon &#8211; a versão militar do Bell 412 &#8211; ao Afeganistão.</p>
<p>Além dos helicópteros de emprego geral <em>(ver na continuação do artigo)</em>, o Canadá está com problemas com helicópteros de reconhecimento e ataque para prover as escoltas. Os CH-146 canadenses não têm um desempenho adequado para voar no clima montanhoso do Afeganistão e também não tem armamento axial instalado, apenas M-134 laterais (em apenas um das portas da aeronave). A solução não é a melhor, mas foi a única que se apresentou viável.</p>
<blockquote><p>This episode reiterates a number of oft re-learned lessons for the military procurement field:</p>
<p>   1. Battlefield helicopter support is a requirement for any significant combat deployment, and adequate numbers must be present in inventory beforehand. Both Canada and Britain have experienced significant issues with this on the front lines of the current war.</p>
<p>   2. Flexibility and “good enough” solutions, implemented and fielded quickly to the fighting front lines, are better than waiting for an ideal solution.</p>
<p>   3. Defense debates where reformers clash with “professional opinion” should not be dismissed merely by virtue of that clash; the argument must still be joined, and justified.</p></blockquote>
<p>Referências:<br />
- <a href="http://www.defenseindustrydaily.com/Canada-Sending-Armed-Bell-412s-to-Afghanistan-05183/#more-5183?utm_campaign=newsletter&#038;utm_source=did&#038;utm_medium=textlink">DID &#8211; Canada Sending Armed Bell 412s to Afghanistan</a><br />
- <a href="http://www.casr.ca/mp-ch146kandahar.htm">Griffon for Kandahar</a> &#8211; Propostas de upgrade em sensores e armamentos para as aeronaves que serão enviadas ao Afeganistão</p>
<p><strong>Atualizado em 24 Ago 08</strong></p>
<p><strong></strong>O Canadá continua com sérios problemas para apoiar suas tropas no Afeganistão pela falta de helicópteros de emprego geral médios/grandes.</p>
<p>A espinha dorsal da aviação de asas rotativas canadense é formada pelos Bell 412 que não dispõe da capacidade de carga necessária à missão.</p>
<p>Os canadenses dispõe também de uns poucos EH101 novos, usados para <acronym title="Search and Rescue, Busca e Salvamento">SAR</acronym> (não <acronym title="Combat Search and Rescue">CSAR</acronym>), que, além de serem versões civis, apresentaram problemas de manutenção nesta fase inicial de implantação.</p>
<p>A situação ficou tão crítica que foi elaborado um documento no Parlamento canadense que <a href="http://www.nowpublic.com/politics/manley-report-canada-needs-help-afghanistan">condicionava a permanência das tropas no Afeganistão ao aumento do número de helicópteros</a>.</p>
<p>O problema, no momento, se apresenta sem uma solução imediata pois os helicópteros adequados não estão disponíveis e os helicópteros disponíveis não são adequados.</p>
<p>O <a href="http://www.defenseindustrydaily.com/Lets-Stay-Engaged-CH-47D-Chinooks-for-Canadas-Afghan-Mission-04861/#more-4861?camp=newsletter&amp;src=did&amp;type=textlink">artigo publicado no DID</a> nos mostra quais são os helicópteros que estão tendo bons resultados no Afeganistão e suas possibilidades de compra:</p>
<p>O NH90, feito sob medida para as necessidades da <acronym title="Organização do Tratado do Atlântico Norte">OTAN</acronym>, é o helicóptero da moda hoje em dia. Não lembro de ter visto nenhum país operá-lo no Afeganistão ainda, mas ele atende ao que o Canadá espera. O problema é que ninguém que encomendá-lo agora irá receber tão cedo, pois as encomendas iniciais são do milênio passado e a fila de espera é de centenas de unidades.</p>
<p>Os EUA podem fornecer Black Hawks, mas estes se mostraram pouco úteis no Afeganistão, devido à pequena carga útil. Mesmo os EUA pouco o empregam por aquelas bandas.</p>
<p>O Mi-17 está sendo empregado pela Polônia no Afeganistão (e já foi empregado pelos soviéticos duas décadas atrás). Também seria uma boa escolha, mas a Arábia Saudita está fechando uma grande encomenda e o Canadá também teria que entrar na fila.</p>
<p>O EC725 também atende aos requisitos, é operado no Afeganistão pela França e está disponível para compra sem grandes filas (pode ser, porém, que este tenha que disputar a linha de montagem com o NH90, que tem bem mais encomendas). A desvantagem é a falta de experiência do Canadá com qualquer modelo desta linha (Puma/Super Puma/Cougar).</p>
<p>O H-53, empregado pelos EUA e Alemanha, já está fora de produção em todas as suas versões</p>
<p>Os helicópteros que foram escolhidos pelo Canadá são o CH-47 Chinook (empregado no Afeganistão pelos EUA, Inglaterra e Austrália) e o H-92 Superhawk (que não é empregado por ninguém ainda em lugar nenhum). Mas nenhum dos dois deve começar a ser entregue em menos de dois ou três anos.</p>
<p>Aproveitando a deixa olímpica, lembro de uma frase escrita na piscina onde Michael Phelps treina: &#8220;Quando chega a hora da ação, a hora da preparação já passou&#8221;. Pelo jeito, o Canadá não fez a lição de casa.</p>
<p>A solução meia-boca encontrada está na continuação do artigo: arrendar helicópteros civis.</p>
<p><strong>Publicado originalmente em 10 Ago 08: Canadá irá empregar Mi-8 no Afeganistão<br />
</strong></p>
<p>Special Delivery to VT.com from Marcus Piffer &#8211; Found this on www.janes.com</p>
<p><strong>Notícia enviada por e-mail.</strong></p>
<p>Follow this link:<br />
<a href="http://www.janes.com/news/defence/air/jdw/jdw080808_2_n.shtml">http://www.janes.com/news/defence/air/jdw/jdw080808_2_n.shtml</a></p>
<p>Or simply read this:</p>
<p>Non-Subscriber Extract</p>
<p>Canada looks to Mi-8 helicopters while waiting for Chinooks<br />
By Sharon Hobson<br />
08 August 2008</p>
<p>Canada intends to lease six to eight Russian-built Mil Mi-8 large transport helicopters for operations in Afghanistan while waiting for delivery of Boeing CH-47 Chinooks from the US.</p>
<p>Defence Minister Peter MacKay announced the decision but did not provide any details as to the country or company that is supplying the aircraft, nor the cost. The Department of National Defence also refused to provide any other information such as when the helicopters will start operations and who will be crewing them.</p>
<p>However, Colonel (retired) Alain Pellerin, executive director of the lobby group Conference of Defence Associations, said the helicopters will be provided by a private company and operated by civilian crews. He said the helicopters &#8220;are not certified to handle troops unless it&#8217;s an emergency &#8230; so it&#8217;s purely for transport of materiel&#8221;.</p>
<p>133 of 354 words  ? 2008 Jane&#8217;s Information Group</p>
<p>End of non-subscriber extract</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
Copyright 2008 Jane&#8217;s Information Group. All rights reserved.</p>
<p><em>- Nota do VT.com:</em> Notem que o Canadá não está adotando o Mi-8 como helicóptero para as suas forças armadas e sim arrendando aeronaves civis para missões administrativas, enquanto os seus Chinooks não chegam.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mi-8 se acidenta do Tadjiquistão</title>
		<link>http://vootatico.com.br/archives/6287</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 20:45:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PFF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Mi-8]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança de Voo]]></category>
		<category><![CDATA[Tadjiquistão]]></category>

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		<description><![CDATA[Um Mi-8 da Guarda Nacional do Tadjiquistão se acidentou no dia de hoje pela manhã (hora local), matando quatro militares e ferindo outros três. O acidente ocorreu pouco antes do pouso, com a aeronave caindo em um rio próximo. A ideia inicial é que ocorreu uma falha de material. Referência: ASDNews, via Helihub]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><div id="attachment_3669" class="wp-caption alignright" style="width: 292px">
	<img src="http://vootatico.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Mi-8-MTV.jpg" alt="" title="Mi-8 MTV" width="292" height="195" class="size-full wp-image-3669" />
	<p class="wp-caption-text">Mi-8 semelhante ao que se acidentou no Tadjiquistão</p>
</div>Um Mi-8 da Guarda Nacional do Tadjiquistão se acidentou no dia de hoje pela manhã (hora local), matando quatro militares e ferindo outros três.</p>
<p>O acidente ocorreu pouco antes do pouso, com a aeronave caindo em um rio próximo. A ideia inicial é que ocorreu uma falha de material.</p>
<p>Referência: <a href="http://www.asdnews.com/news/30930/Four_troops_die_in_Tajik_helicopter_crash.htm">ASDNews</a>, via <a href="http://www.helihub.com/2010/10/06/06-oct-10-mil-mi-8-garm-tajikistan-4f/">Helihub</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Infográfico do Mi-8</title>
		<link>http://vootatico.com.br/archives/6161</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 21:17:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PFF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação Militar]]></category>
		<category><![CDATA[figuras]]></category>
		<category><![CDATA[Mi-8]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia e União Soviética]]></category>

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		<description><![CDATA[Referência: Ria Novosti, via Plano Brasil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><img src="http://vootatico.com.br/wp-content/uploads/2010/09/160623662-e1285103626821.jpg" alt="Mi-8" title="Mi-8" width="600" height="526" class="aligncenter size-full wp-image-6162" /></p>
<p>Referência: <a href="http://en.rian.ru/images/16062/36/160623662.jpg">Ria Novosti</a>, via <a href="http://pbrasil.wordpress.com/2010/09/20/infografico-mil-mi-8/">Plano Brasil</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>O conflito entre a Rússia e a Geórgia, II</title>
		<link>http://vootatico.com.br/archives/3770</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 19:20:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PFF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Operações e Análises]]></category>
		<category><![CDATA[487º IRH]]></category>
		<category><![CDATA[58º Exército]]></category>
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		<description><![CDATA[Em agosto do ano passado, cinco dias de conflito engalfinharam forças russas e georgianas nas obscuras Ossétia do Sul e Abecásia. Eu já havia escrito alguma coisa sobre este conflito aqui, mas a edição mais recente (e final) da revista Helitac trouxe um artigo bastante rico sobre as operações aeromóveis que se desenrolaram neste conflito. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Em agosto do ano passado, cinco dias de conflito engalfinharam forças russas e georgianas nas obscuras Ossétia do Sul e Abecásia. Eu já havia escrito alguma coisa sobre este conflito <a href="http://vootatico.com.br/archives/993">aqui</a>, mas a edição mais recente (e final) da revista Helitac trouxe um artigo bastante rico sobre as operações aeromóveis que se desenrolaram neste conflito. O texto que se segue é embasado neste artigo de Alexander Mladenov, além de algumas outras fontes na internet.</p>
<p>Um fato que merece destaque é que ambos os países tinham forças com equipamentos semelhantes ou pelo menos de gerações e níveis tecnológicos semelhantes. Ainda que pese a grande superioridade numérica da Rússia, que a conduziu à vitória militar em poucos dias, o que se viu foi um conflito  entre forças armadas regulares organizadas, cada vez mais raro nestes tempos de contra-insurgência e contra-terrorismo.</p>
<p><div id="attachment_3871" class="wp-caption alignright" style="width: 300px">
	<img src="http://vootatico.com.br/wp-content/uploads/2009/12/georgia_mi-24-300x225.jpg" alt="Mi-24 da Geórgia, destruído em Senaki (Foto: Fórum DB)" title="Mi-24" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-3871" />
	<p class="wp-caption-text">Mi-24 da Geórgia, destruído em Senaki (Foto: Fórum DB)</p>
</div>Falando exclusivamente da aviação de asas rotativas, os georgianos simplesmente não apareceram durante praticamente toda a campanha. A Geórgia dispunha de ao menos dez helicópteros Mi-24, sendo seis deles compatibilizados para operação com <acronym title="Night Vision Goggles">NVG</acronym> pela Elbit. Tinha também dezoito Mi-8 em várias versões diferentes e alguns UH-1H doados pelos EUA. </p>
<p>Segundo fontes da Geórgia, houve quatro surtidas de Mi-24 e um deles foi perdido em um acidente. Um Mi-24 e um Mi-14 (ambas as células já não voáveis) também foram destruídas por tropas aerotransportadas russas na Base Aérea de Senaki. Os russos alegam que destruíram um Mi-24 e um Mi-8. A confusão entre os dois modelos é bem compreensível no fragor da batalha.</p>
<p>No front norte (Ossétia do Sul), desde o início da ofensiva, a tropa do 58º Exército Russo (de seis a dez mil homens) foi apoiada por duas unidades de helicópteros, o 487º Regimento Independente de Helicópteros e o 344º Centro de Treinamento. São duas unidades de elite da Força Aérea Russa. O primeiro combateu na Chechênia, sendo a <a href="http://vootatico.com.br/archives/3563">primeira unidade russa a operar com <acronym title="Night Vision Goggles">NVG</acronym></a> e a segunda é a unidade que mobilia o <a href="http://vootatico.com.br/archives/2691">Centro de Treinamento de Emprego em Combate de Torzhok</a>, onde os militares da <acronym title="Força Aérea Brasileira">FAB</acronym> estão realizando os cursos do Mi-35M. Eu não sei dizer se é a mesma unidade que combate e que ministra os cursos. Se for, é uma arranjo bastante incomum.</p>
<p><iframe align="left" width="300" height="300" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com/maps?t=h&amp;hl=pt-BR&amp;ie=UTF8&amp;hq=&amp;hnear=Taubat%C3%A9+-+SP,+Brasil&amp;ll=43.203424,44.604836&amp;spn=0.037539,0.051498&amp;z=13&amp;output=embed"></iframe>Foram empenhados aproximadamente doze helicópteros Mi-24P/V/PN e outros doze Mi-8MTV/MTKO. As aeronaves, baseadas em sua maioria na Chechênia, foram reunidas no aeródromo de Beslan (ao lado) e após isso desdobradas em bases avançadas. Todas as tripulações, sem exceção, tinham experiência em combate de contra-insurgência na Chechênia.</p>
<p>Os russos, neste caso, passaram por um problema inverso ao que os Exércitos ocidentais vêm enfrentando:  desde a década de 1980, os russos estão combatendo insurgências no Afeganistão e nas ex-repúblicas soviéticas; são especialistas nisso. No Ossétia, porém, foi travado um combate regular com um inimigo que dispunha de uma moderna e bem adestrada <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Military_equipment_of_the_Georgian_Army#Air-defence">artilharia anti-aérea</a>.</p>
<p>Logo no início do conflito, os Mi-8 foram utilizados para infiltrar o Batalhão de Forças de Operações Especiais Восток (Vostok) a partir da Chechênia para a capital da Ossétia do Sul, Tskhinvali.<div id="attachment_3838" class="wp-caption alignright" style="width: 300px">
	<img src="http://vootatico.com.br/wp-content/uploads/2009/12/116123049-300x199.jpg" alt="Soldado do Batalhão Vostok nos arredores de Tskhinvali (Foto: RIA/Novosti)" title="Vostok" width="300" height="199" class="size-medium wp-image-3838" />
	<p class="wp-caption-text">Soldado do Batalhão Vostok nos arredores de Tskhinvali (Foto: RIA/Novosti)</p>
</div></p>
<p>Os Mi-8 foram também o principal vetor anti-carro russo. Operando à noite e armados com míssies 9M120 Ataka, atingiram uma média de três blindados destruídos em cada surtida nos arredores de Tskhinvali. Dois terços das perdas em blindados da Geórgia foram devidos aos ataques dos Mi-8 armados.</p>
<p>Os Mi-24, que seriam a escolha &#8220;normal&#8221; para este papel, voaram quase que exclusivamente em missões de apoio aéreo aproximado às tropas que avançavam. Mesmo os Mi-24PN, compatibilizados para operação com <acronym title="Night Vision Goggles">NVG</acronym>, voaram sempre durante o dia, provavelmente porque as operações terrestres estavam ocorrendo apenas durante o dia também. A configuração mais comum destas aeronaves trazia dois tanques de translado subalares e dois lançadores de 20 foguetes 80mm, além do canhão ou metralhadora orgânica.</p>
<div id="attachment_3117" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px">
	<img src="http://vootatico.com.br/wp-content/uploads/2009/04/georgia11-600x361.jpg" alt="Mi-24 sobre a Ossétia do Sul (Foto: DIMITAR DILKOFF/AFP/Getty Images)" title="Mi-24" width="600" height="361" class="size-large wp-image-3117" />
	<p class="wp-caption-text">Mi-24 sobre a Ossétia do Sul (Foto: DIMITAR DILKOFF/AFP/Getty Images)</p>
</div>
<p>Um emprego bastante peculiar dos helicópteros foi como plataforma de <acronym title="Guerra Eletrônica">GE</acronym>. Usando equipamentos de <acronym title="Medidas de Ataque Eletrônico">MAE</acronym>, os Mi-8 conseguiram neutralizar os radares das baterias <a href="http://landcombatcb.blogspot.com/2009/04/novator-buk-m1-m1-2-o-guarda-chuva-de.html">9K37M1 (Buk-M1)</a>, permitindo o ataque das aeronaves Tu-22M russas. Os Mi-8 de <acronym title="Guerra Eletrônica">GE</acronym> não estavam disponíveis em número suficiente em todo o <acronym title="Teatro de Operações">TO</acronym> e na ocasião em que não estiveram presentes, um Tu-22 foi abatido &#8211; certamente uma perda de valor considerável.</p>
<p><iframe align="right" width="300" height="300" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=kodori+gorge&amp;sll=42.315909,41.896362&amp;sspn=1.056088,2.469177&amp;ie=UTF8&amp;hq=&amp;hnear=Kodoris+Kheoba&amp;t=p&amp;ll=42.988576,41.459656&amp;spn=0.602729,0.823975&amp;z=9&amp;iwloc=A&amp;output=embed"></iframe>No front oeste, a Abecásia é outro território que não reconhece o governo da Geórgia. Os russos desembarcaram 9000 homens &#8211; fuzileiros navais e tropas aerotransportadas &#8211; no litoral da Abecásia. Um assalto aeromóvel no vale do rio Kodori (ponto A no mapa ao lado), conduzido por umas poucas aeronaves Mi-8T, conseguiu infiltrar tropas da Abecásia na retaguarda das tropas de Geórgia, que abandonaram suas posições deixando para trás todo o equipamento pesado.</p>
<p>Além das missões já citadas, os helicópteros também realizaram as demais atividades que lhes são comuns, como ligação de comando, C2, evacuação aeromédica e evacuação de feridos, suprimento aeromóvel etc.</p>
<p><strong>Conclusões e lições aprendidas:</strong></p>
<p>O General Shamanov, Diretor de Treinamento em Combate das Forças Armadas Russas, avaliou que a dosagem ideal de aeronaves para esta operação seriam dois regimentos &#8211; aproximadamente 30 Mi-8 e 30 Mi-24. A falta de helicópteros atrasou principalmente o avanço das tropas através das montanhas ao norte de Tskhinvali.</p>
<p>O que salta aos olhos é o emprego dos Mi-8 como vetores de armas. Podermos especular algumas razões. A mais óbvia é a falta de aeronaves de ataque no <acronym title="Teatro de Operações">TO</acronym>. Dessa maneira, as aeronaves dedicadas foram vocacionadas para as missões onde realmente fariam a diferença &#8211; estando mais expostas ao risco &#8211; e as missões menos exigentes ficaram com as aeronaves adaptadas. Vale lembrar que, embora o Mi-8 não seja uma aeronave de ataque, é uma configuração bastante comum na Rússia dotá-la de armamentos axiais.</p>
<p>Outro aspecto que vale a pena ressaltar é que o baixo adestramento das tripulações russas foi uma das principais causas dos acidentes e da pouca eficácia das operações aeromóveis tanto na <a href="http://vootatico.com.br/archives/89">primeira</a> como na <a href="http://vootatico.com.br/archives/365">segunda</a> campanhas da Chechênia. Ao que parece, os russos andaram fazendo a lição de casa, mesmo apesar das grandes restrições orçamentárias que vêm sofrendo.</p>
<p>Várias aeronaves de asa fixa foram abatidas pela artilharia antiaérea georgiana e pelo fogo amigo. Contudo, nenhum helicóptero foi perdido, seja abatido, seja por fratricídio, seja por acidente. A artilharia antiaérea foi evitada principalmente pelo voo a alturas extremamente baixas (provavelmente usando técnicas de voo de contorno e voo desenfiado). Isso vai ao encontro do que eu já disse em algumas ocasiões que a segurança do helicóptero reside principalmente nas <acronym title="Técnicas, Táticas e Procedimentos">TTP</acronym> do que na blindagem ou tecnologia da aeronave (<a href="http://vootatico.com.br/archives/1026">aqui</a> e <a href="http://vootatico.com.br/archives/2855#comment-1468">aqui</a>).</p>
<p>Podemos ainda atestar o adestramento destas unidades de aviação pois uma mesma unidade, usando os mesmos Mi-24, configurou-os de uma maneira diferente e operou também de maneira diferente do que vinha sendo visto <a href="http://vootatico.com.br/archives/365">na Chechênia</a> e ainda assim obteve excelentes resultados.</p>
<p><strong>Atualizado em 09 Dez 09:</strong> Outro fato notório foi o assalto aeromóvel conduzido no Vale do Kodori. Esta operação foi realizada unicamente com as forças da Abecásia &#8211; uns quatro ou cinco helicópteros e trezentos reservistas. Um planejamento cuidadoso, o emprego judicioso do terreno e a oportunidade da execução permitiram a estas forças bastante limitadas cercar as forças georgianas bem mais poderosas que, pressionadas pelas forças russas vindas do litoral, se renderam praticamente sem combater: houve uma baixa do lado da Abecásia e duas do lado da Geórgia.</p>
<p>Certamente o helicópteros fizeram a balança pender mais ainda para o lado dos russos. Mas uma pergunta que ficou no ar: o que teria acontecido se a Geórgia tivesse empregado seus helicópteros? Teria sido uma excelente oportunidade de avaliar a capacidade dos helicópteros em multiplicar o poder de combate das forças terrestres contra um inimigo mais forte.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Mais um acidente com Mi-8 no Afeganistão</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 00:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PFF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Afeganistão]]></category>
		<category><![CDATA[Mi-8]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança de Voo]]></category>
		<category><![CDATA[Supreme Global Services]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi noticiado no início da semana que um helicóptero civil transportando suprimentos para as forças holandesas havia desaparecido na região leste do Afeganistão. No dia de hoje, forças da OTAN localizaram a aeronave: um Mi-8 da Supreme Global Services. As notícias não citam vítimas ou as circunstâncias do acidente. Referência: Reuters AlertNet &#124; Crashed foreign [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><div id="attachment_3669" class="wp-caption alignright" style="width: 292px">
	<img src="http://vootatico.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Mi-8-MTV.jpg" alt="Mi-8 da Supreme Global (Foto: Supreme Global)" title="Mi-8 MTV" width="292" height="195" class="size-full wp-image-3669" />
	<p class="wp-caption-text">Mi-8 da Supreme Global (Foto: Supreme Global)</p>
</div>Foi noticiado no início da semana que um helicóptero civil transportando suprimentos para as forças holandesas havia desaparecido na região leste do Afeganistão.</p>
<p>No dia de hoje, forças da <acronym title="Organização do Tratado do Atlântico Norte">OTAN</acronym> localizaram a aeronave: um Mi-8 da <a href="http://www.supreme-group.net/">Supreme Global Services</a>. As notícias não citam vítimas ou as circunstâncias do acidente.</p>
<p>Referência: <a href="http://www.alertnet.org/thenews/newsdesk/SP346154.htm">Reuters AlertNet | Crashed foreign helicopter found in Afghanistan</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Hip Helicopter Task Force</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 17:50:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PFF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Afeganistão]]></category>
		<category><![CDATA[HHTF]]></category>
		<category><![CDATA[ISAF]]></category>
		<category><![CDATA[Mi-17]]></category>
		<category><![CDATA[mi-171]]></category>
		<category><![CDATA[Mi-8]]></category>
		<category><![CDATA[otan]]></category>
		<category><![CDATA[República Tcheca]]></category>

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		<description><![CDATA[A Hip Helicopter Task Force (HHTF) é uma iniciativa para fornecer helicópteros de transporte aos países da OTAN que estão operando no Afeganistão. Este programa, liderado pela República Tcheca, contará com helicóptero dos países da OTAN que operam este modelo (Mi-8, Mi-17 e Mi-171) e visa, principalmente, diminuir a crescente necessidade de helicópteros para as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><img src="http://vootatico.com.br/wp-content/uploads/2009/10/hel.jpg" alt="Helicopter Initiative Seminar" title="Helicopter Initiative Seminar" width="295" height="207" class="alignleft size-full wp-image-3299" />A Hip Helicopter Task Force (HHTF) é uma iniciativa para fornecer helicópteros de transporte aos países da <acronym title="Organização do Tratado do Atlântico Norte">OTAN</acronym> que estão operando no Afeganistão. Este programa, liderado pela República Tcheca, contará com helicóptero dos países da <acronym title="Organização do Tratado do Atlântico Norte">OTAN</acronym> que operam este modelo (Mi-8, Mi-17 e Mi-171) e visa, principalmente, diminuir a crescente necessidade de helicópteros para as operações da <acronym title="International Security Assistance Force">ISAF</acronym>, além de constituir uma força multinacional com um modelo de aeronave padronizado.</p>
<p><strong>Nota do Editor:</strong> Em diversas ocasiões, já foram citadas aqui as dificuldades que a escassez de helicópteros vem causando nas operações no Afeganistão. Às vezes, dá até a impressão que o governo dos países (exceto os EUA, que está com mais de 1/3 de sua Aviação do Exército desdobrada em campanha) não quer colocar seus helicópteros em risco.</p>
<div id="attachment_3304" class="wp-caption alignleft" style="width: 600px">
	<img src="http://vootatico.com.br/wp-content/uploads/2009/10/CzechMi8-600x569.jpg" alt="Mi-171 da Força Aérea Tcheca" title="Mi-171" width="600" height="569" class="size-large wp-image-3304" />
	<p class="wp-caption-text">Mi-171 da Força Aérea Tcheca</p>
</div>
<p>Referências:<br />
- <a href="http://www.aviationweek.com/aw/blogs/defense/index.jsp?plckController=Blog&#038;plckScript=blogScript&#038;plckElementId=blogDest&#038;plckBlogPage=BlogViewPost&#038;plckPostId=Blog%3a27ec4a53-dcc8-42d0-bd3a-01329aef79a7Post%3a4f74c548-e601-4154-852c-b7edcabf5157">Helicopter Initiative</a><br />
- <a href="http://www.nato.int/cps/en/SID-1D6F6138-9EB578C1/natolive/news_58509.htm">Allies sign declaration of intent for HIP helicopter initiative</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Mi-8 cai com 17 pessoas a bordo no Afeganistão</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 01:52:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PFF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Operações e Análises]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Afeganistão]]></category>
		<category><![CDATA[mi-26]]></category>
		<category><![CDATA[Mi-8]]></category>
		<category><![CDATA[Moldávia]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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		<description><![CDATA[A queda ocorreu hoje pela manhã, na Base Aérea de Khandahar. O helicóptero era da empresa Vertical-T, que presta serviços à OTAN no Afeganistão. De maneira geral, não publico aqui os acidentes que envolvem apenas helicópteros civis, mas este é o segundo acidente em menos de uma semana. Na terça-feira, um Mi-26 civil que também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>A queda ocorreu hoje pela manhã, na Base Aérea de Khandahar. O helicóptero era da empresa Vertical-T, que presta serviços à <acronym title="Organização do Tratado do Atlântico Norte">OTAN</acronym> no Afeganistão. De maneira geral, não publico aqui os acidentes que envolvem apenas helicópteros civis, mas este é o segundo acidente em menos de uma semana.</p>
<p>Na terça-feira, um Mi-26 civil que também prestava serviços à <acronym title="Organização do Tratado do Atlântico Norte">OTAN</acronym> no Afeganistão caiu na província de Helmand. As notícias indicam que ele pode ter sido abatido por um míssil do talibã. O de hoje foi realmente um acidente.</p>
<p>O Mi-26 que caiu na terça-feira era o ER-MCV, pertencente à Pecotox-Air da Moldávia (você é capaz de indicar a Moldávia num mapa da Europa?). Ele pode ser visto <a href="http://jetphotos.net/viewphoto.php?id=6450681">aqui</a>. Diversos blogs ingleses citam que estes helicóptero era arrendado pela Inglaterra e perguntam, com uma preocupação legítima, se não estava sendo usado para o transporte de tropas.</p>
<p>Mais ou menos um ano atrás, o <a href="http://vootatico.com.br/archives/551">Canadá declarou que iria arrendar aeronaves Mi-8 para operarem no Afeganistão</a>, sendo que seriam proibidos de realizar o transporte de tropas, exceto em situações de emergência.</p>
<p>Referências:<br />
- <a href="http://www.nytimes.com/2009/07/15/world/asia/15afghan.html">Helicopter Crash Kills 6 in Afghanistan</a><br />
- <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/8157939.stm">Afghan helicopter crash kills 16</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Mais quinze Black Hawks e quatro Mi-17 para o Exército Colombiano</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 01:39:33 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Aviação Militar]]></category>
		<category><![CDATA[AH-60]]></category>
		<category><![CDATA[Black Hawk]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Mi-17]]></category>
		<category><![CDATA[Mi-8]]></category>
		<category><![CDATA[UH-1N]]></category>
		<category><![CDATA[UH-60]]></category>

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		<description><![CDATA[Vi a notícia no El Espectador, via Fórum DB. Com esses novos quinze helicópteros que chegarão até o final do ano, a Colômbia somará uma frota de 80 aeronaves deste modelo. Nessa mesma notícia, o ministro da defesa colombiano cita que vão chegar outros oito helicópteros de ataque para se somarem aos doze já existentes. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Vi a notícia no <a href="http://www.elespectador.com/noticias/judicial/articulo133305-ejercito-adquiere-15-black-hawk-fortelecer-lucha-antiterrorista">El Espectador</a>, via <a href="http://defesabrasil.com/forum/viewtopic.php?f=3&#038;t=15018">Fórum DB</a>.</p>
<p>Com esses novos quinze helicópteros que chegarão até o final do ano, a Colômbia somará uma frota de 80 aeronaves deste modelo.</p>
<p>Nessa mesma notícia, o ministro da defesa colombiano cita que vão chegar outros oito helicópteros de ataque para se somarem aos doze já existentes. Não sei a qual modelo de helicóptero o ministro se referiu. A Colômbia não tem nenhum helicóptero de ataque puro, mas praticamente todos podem ser armados com armamento axial. Suas unidades de escolta e ataque são mobiliadas com os UH-1N. Eles tem aeronaves AH-60L (Black Hawk armados) e os Mi-17 que também podem ser armados (não sei se os colombianos tem os kits de armamento).<img src="http://vootatico.com.br/wp-content/uploads/2009/04/microsthumb-300x187.jpg" alt="Mi-17 colombiano" title="Mi-17 colombiano" width="300" height="187" class="alignleft size-medium wp-image-1562" /></p>
<p>O site do Exército colombiano noticiou <a href="http://www.ejercito.mil.co/?idcategoria=216592">a chegada de quatro Mi-17</a>. Talvez sejam estes os tais helicópteros de ataque.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Os novos Mi-17CT do Iraque</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 01:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PFF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação Militar]]></category>
		<category><![CDATA[ARINC]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Iraque]]></category>
		<category><![CDATA[Mi-17]]></category>
		<category><![CDATA[Mi-17CT]]></category>
		<category><![CDATA[Mi-8]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia escrevi sobre os EC635 que o Iraque irá comprar. Na mesma época, foi anunciada a compra de 22 Mi-17 (ou Mi-17CT, não sei quais são as diferenças ou peculiaridades desta versão). O interessante desta notícia é existem algumas centenas de milhões de dólares &#8220;oficialmente&#8221; sobrando. Quem está financiando esta compra é o governo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Outro dia escrevi sobre <a href="http://vootatico.com/?p=1441">os EC635 que o Iraque irá comprar</a>. Na mesma época, foi anunciada a compra de 22 Mi-17 (ou Mi-17CT, não sei quais são as diferenças ou peculiaridades desta versão). O interessante desta notícia é existem algumas centenas de milhões de dólares &#8220;oficialmente&#8221; sobrando.</p>
<p><img src="http://vootatico.com.br/wp-content/uploads/2009/04/air_mi-17_iraqi_armed_2008_lg-206x300.jpg" alt="Mi-17 Iraque" title="Mi-17 Iraque" width="206" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-1555" />Quem está financiando esta compra é o governo americano. A <a href="http://www.arinc.com/defense.html">ARINC</a>, uma empresa americana foi contratada para intermediar a compra junto ao fabricante russo. O valor do contrato divulgado inicialmente foi de 325 milhões de dólares, ou pouco menos de 15 milhões de dólares por aeronave. É um valor relativamente baixo, porém dentro da realidade. Isso aconteceu em julho de 2008. Alguns tempo antes, os iraquianos já haviam tido problemas com os Mi-17 intermediados por um fornecedor polonês, <a href="http://www.nytimes.com/2007/02/05/world/middleeast/05helos.html?_r=2&#038;em&#038;ex=1170824400&#038;en=99ba73957cbcbcfe&#038;ei=5087%0A">conforme saiu no New York Times</a>.</p>
<p>No início do mês passado, porém, o contrato de compra dos Mi-17CT foi divulgado com o preço de 80,6 milhões de dólares, sendo 2,4 milhões por aeronave e o restante em suprimentos, manutenção e treinamento, um preço absurdamente baixo.</p>
<p>Em todo caso, não é objetivo deste site discutir esse tipo de questão. O que eu queria saber é qual a configuração deste Mi-17CT. Alguém sabe?</p>
<p>Referências:<br />
- <a href="http://www.defenseindustrydaily.com/22-More-Mi-17s-for-Iraq-05355/">Medium Mainstay: Mi-17s for Iraq</a><br />
- <a href="http://www.defense-aerospace.com/article-view/release/104071/us-orders-22-mi_17ct-helos,-m_16-rifles-for-iraq.html">Pentagon Contract Announcement</a></p>]]></content:encoded>
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